sexta-feira, 20 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
O Evangelho - Grupo Logos
Se os discípulos se amam, a ressurreição aconteceu; porém, se os discípulos não se amam, é porque não houve ressurreição para eles; pois o mundo só crerá na ressurreição se vir o amor ser praticado entre os homens que confessam Jesus; visto que somente o milagre do amor, em um mundo de ódio e indiferença, é o que dá testemunho acerca da “alegação” da ressurreição como milagre. #CaioFábio
Humildade é silenciar todo nosso saber diante da sabedoria de Jesus!
Sem Jesus, a Bíblia pode ser a mãe de qualquer ideologia ou religião!
#CaioFábio
quarta-feira, 11 de julho de 2012
domingo, 8 de julho de 2012
UMA RECONCILIAÇÃO BEM SUCEDIDA
Bassey, um rapazinho de 8 anos que resgatamos em novembro do ano passado e de quem cuidamos por meses até conseguirmos localizar sua família. Ele havia sido abandonado numa estrada longe de casa porque sua família acreditava que ele era bruxo. No começo foi muito díficil localizar a família, porque tudo o que ele podia dizer era que ele era de Oron que é mais do que uma cidade, mas uma região enorme que engloba várias vilas. O mais díficil agora é acreditar que a família dele estava numa pequena vila tão próximo à nossa base. Apenas 15 minutos de carro e já estávamos lá.
Nossa chegada chamou a atenção da vizinhaça e muitos ficaram ali envolta da casa querendo saber o que os “homens brancos” queriam. Fomos recebidos com alegria pela tia do Bassey e pelo avôzinho dele já super debilitado e com problemas de visão sentado numa cadeira e recebemos um super abraço do Bassey que continuava como da primeira vez que o vi quando o fui resgatar em Novembro, super timido e falando pouco. Perguntamos se ele estava indo às aulas e ele disse que sim, que estava de férias mas que as aulas retornariam na segunda-feira. Sua tia então nos disse que ele iria sim, mas que no momento eles não tinham o dinheiro ainda para comprar um caderno para ele. A Diana pediu para ele trazer sua pasta e ele nos apareceu com uma sacolinha de pano com um lápis dentro. Estes são os momentos que ficam na minha memória e que vão mudando o meu jeito de ser e meus valores.
No meio de nossa visita apareceu um senhor de uns quarenta e poucos anos de idade e começou a discutir com o nosso time enquanto eu conversava com a tia do Bassey. Ele falava alto no dialeto local e eu percebia um tom de agressividade nas palavras dele. Então me voltei a eles e perguntei de quem se tratava e a Diana, que tentava o acalmar, disse meio sem graça que era o chefe daquela vila. Eu me aproximei dele e perguntei se ele falava inglês e ele disse “Claro que sim!”. Então eu expliquei resumidamente o que estávamos fazendo ali e antes que eu terminasse ele começou a reclamar, dizendo que não podiamos entrar na vila dele para conversar com pessoas sem pedir sua permissão. Disse ainda que se ele fosse ao meu país não o deixariam nem andar direito, em toda rua em que fosse seria revistado e iriam olhar até suas cuecas. Então eu lhe disse “o senhor está enganado. Lá não é assim não. O senhor poderia andar sem problemas pelas ruas e conversar com as pessoas sem ter que pedir permissão a um chefe de vila, o que não quer dizer que aqui não possa ser assim. Eu respeito e peço desculpas. Não sabíamos onde o senhor morava. Extendi a mão a ele e ele apertou a minha mão. Lhe dei um aperto da mão forte olhando nos olhos e ele disse rindo “só quero ser seu amigo. Você trouxe alguma coisa para mim?” e antes mesmo que eu respondesse ele foi tão fuzilado pelos olhares da vizinhança que deu outra risada e saiu andando.
A história de como Bassey foi acusado de ser bruxo é um verdadeiro angu de caroço. Aparentemente ele morava em Lagos com a mãe até que algum profeta por lá o acusou de ser bruxo e de ter causado a morte de algum tio e a mãe dele começou a acreditar nisso. Percebendo que ele estava correndo risco de vida a tia dele o trouxe para o sul. Mas algum tempo depois a história se espalhou pela vizinhaça e em pouco tempo muitos acreditaram que ele era bruxo e ninguém o queria mais por alí e o abandonaram longe de casa. Quando nós localizamos sua família, o Jackson e a Uduak começaram a visitá-los, levando nossas revistas educativas e ensinando a eles sobre o evangelho de Jesus explicando sobre o grande erro que eles estão cometendo em achar que o Bassey é bruxo e fazê-lo passar por tanto sofrimento desnecessário. Finalmente, eles o aceitaram de volta em casa e como nós vimos nesta visita e confirmamos com ele, com sua tia e com os vizinhos, por alí graças a Deus está tudo bem apesar das dificuldades do dia a dia.
O caso do Bassey é um caso que chamo de bem sucedido. A verdade e a unidade da família foram restituídas através do evangelho de Jesus.
No meu próximo Post vou falar sobre o caso do Michael, que foi reconciliado mas que infelizmente não deu certo nos deixando numa situação super difícil e ele numa situação de alto risco. E estamos trabalhando intensamente para ajudá-lo.
Beijão, que Jesus abençoe cada um de vocês!
Leonardo Santos
Caminho às Nações | Nigéria
Caminho às Nações | Nigéria
Doar é uma forma de amar,Uma atitude sua pode mudar para sempre a vida de uma criança na Nigéria
A VIDA DO PEQUENO MICHAEL
Gostaria muito que vocês lêssem e prestassem atenção à esta história que vou contar agora, porque através dela vocês vão entender o porquê de um novo e muito importante procedimento que estamos começando na Nigéria de onde vocês ainda terão muitas notícias.
Em outubro do ano passado uma pessoa encontrou perambulando a noite pela rua um garotinho e conversando com ele descobriu que ele havia sido abandonado por seu pai sob a acusação de ser um bruxo. O nome desse menino é Michael e ele tem apenas 6 anos de idade.
A pessoa que o encontrou já tinha ouvido falar sobre nosso trabalho e nos procurou, chegou até a casa do Chief Medekong e foi direcionada para nossa base em Oron. Acolhemos a criança, ouvimos tudo o que ele tinha a dizer e tentamos localizar sua família com base nas poucas informações que ele conseguiu nos dar. Percebemos que ele não queria mais voltar para casa e hoje sinceramente queria que não tivéssemos localizado sua família.
Alguns dias depois encontramos seu pai numa vila não muito distante de nossa base.
A príncipio ele disse que não havia abandonado o Michael, que ele havia fugido de casa. Mas confessou que outras pessoas por lá de fato achavam que o garoto era um bruxo e ele também não estava certo. Ele disse que trabalhava de moto-taxi e que era profeta em sua igreja. Nosso time deu o melhor de si, falou do evangelho e de tudo o que Jesus falou sobre o cuidado com os pequeninos, e aquele homem aparentemente concordou com tudo e aceitou o filho de volta em casa.
Três dias mais tarde eu estava na cidade de Eket e recebi uma ligação meio desesperado da casa do Chief. O Michael havia acabado de aparecer lá sozinho com um grande corte na cabeça por onde sangrava muito. Precisava ser levado ao hospital com urgência e o Jackson que estava mais próximo o levou. Michael nos disse que seu tio havia batido em sua cabeça com uma barra de ferro e que queria matá-lo. Enquanto ele foi levado ao hospital a Uduak foi até a polícia, explicou o caso e pediu que eles fossem até o local para averiguar. Então recebi outra ligação, me disseram que teriam que pagar o transporte para a polícia ir até o local. Sim, é um absurdo, mas é a realidade. Autorizei o pagamento e eles foram. Chegando lá, se não me engano foi o pai do Michael que confirmou o crime por parte do tio e o tio foi preso. Mas neste momento a polícia fez algo mais que para muita gente solucionaria o problema mas na prática não o faz. Eles, ao saber que o menino havia sido acusado de ser bruxo pelo próprio pai que se diz “profeta”, o que foi confessado pelo tio, ameaçaram a prender também o pai por 10 anos sem fiança caso descobrissem que ele continuava chamando o filho de bruxo e não o recebesse de volta em casa. Uma semana mais tarde a polícia entrou em contato conosco dizendo que precisávamos comparecer à delegacia para pagar a taxa de fechamento do caso para que o tio fosse solto. Claro que nunca viram nossa cara lá mais. Dias mais tarde tive notícias de que o tio havia sido solto e indo embora para outro estado. O pai de Michael o recebeu de volta e nosso time ingenuamente acreditou que agora estava tudo bem. Por telefone falaram com o pai dele umas duas vezes nos últimos meses e ele disse que estava tudo bem com o garoto.
Mas neste último mês resolvemos ir até a casa do menino. Dirigimos pelas vilas, acessamos uma estradinha de terra cheia de enormes poças dágua as quais nosso novo motorista Usen ía atravessando e comentando “nunca entrei em lugares assim por aqui”.
De repente estavámos lá, um barraco de um só cômodo, com paredes feitas de varas e barro e o teto de “sapê”. A porta estava trancada com cadeado. Aos arredores terrenos baldios, com bastante mato e alguns barracos espalhados. Quando saltamos do carro uma criança veio até nós. Era o Michael. Estava descalço, sem camisa, usava um short extremamente sujo e seu corpo estava bastante sujo de barro. Estava magro e com um semblante bastante triste.
Perguntamos a ele onde estava seu pai e ele disse que estava trabalhando. Nos pediu para levá-lo embora conosco. Não está mais indo a escola porque seu pai não o registrou e também não tinha material escolar. Disse que há vários dias seu pai só o deixa entrar em casa a noite para domir. Pela manhã, todos os dias quando seu pai sai para trabalhar o tranca do lado de fora de casa até a noite quando retorna do trabalho. Ele fica perâmbulando pela rua, comendo sabe-se lá o quê.
Enquanto conversávamos com ele pessoas foram aparecendo pela estradinha e se achegando a nós. Na conversa descobrimos que muitos deles ali na vila não só acreditam que existem crianças bruxas mas também que o Michael é uma delas. Todos se diziam cristãos; Uns até mencionaram que o próprio pai do Michael é profeta e sabe disso; Comecei então a discorrer para eles as palavras de Jesus e durante uns 15 a 20 minutos mais com perguntas do que com afirmações fui tentando guiá-los para fora de sua cegueira. E eles levantavam os mesmos argumentos de sempre, “e se a criança confessa que é bruxa?”; “e se alguém tiver realmente iniciado a criança com comida enfeitiçada”, “e se a criança for muito desobediente?”. Fomos passando por estes argumentos e deixando-os para trás. E quando eu ía concluindo sobre o amor e a graça do Pai para com os seus pequeninos um rapaz me fez a seguinte pergunta que causou um curto silêncio nos que participavam daquele debate: “o senhor está querendo me dizer que Deus aceita crianças desobedientes?” . Um senhor que estava naquela roda me fitou como ar de quem diz – agora eu quero ver! E eu disse a eles, “se ele não aceitasse filhos desobedientes a quem Ele aceitaria? Quando Ele disse “deixai vir a mim os pequeninos porque deles é o Reino dos céus” Ele não específicou “...deixai vir a mim somente os pequeninos obedientes”. Cabe aos pais educar os filhos nos caminhos do Senhor. Sim, Ele aceita a todos nós! Então o rapaz que havia feito essa última pergunta, numa atitude de quem havia crido no que eu disse me fez um pedido: “você precisa ir à minha vila falar com as pessoas lá, tem muitas crianças lá que eles pensam serem bruxas. Eu sou de Abak”.
Levamos o Michael para comer arroz com peixe num barzinho da redondeza. Enquanto ele comia eu o assistia. Na ânsia de sua fome alguns bagos de arroz cairam em sua cadeira e ele descansou o garfo, apanhou os bagos e os colocou no cantinho do prato. Essa simples atitude falou tanto comigo sobre aquele menino. Acertei com nosso time “precisamos tirá-lo de lá e dar uma chance para ele viver”. Eles todos disseram quase que em coro “a gente já ia sugerir a mesma coisa pois pelo que ouvimos lá temos receio que algo aconteça a ele.” Daí eu disse “então está resolvido, já o levamos daqui” mas nosso time disse que não poderíamos fazer isso pois o pai dele poderia aproveitar desta oportunidade para dizer a polícia que sequestramos seu filho. Disseram que o levariam de volta a sua casa e que no dia seguinte iriam ver o pai dele para pedir que assinasse um documento permitindo que levassemos o Michael. Michael retornou para casa triste. Assim como eu ele também havia achado que ele não retornaria para lá mais.
Dias se passaram sem que conseguissemos encontrar seu pai. Ele estava claramente nos evitando, até que a Uduak conseguiu encontrá-lo ao esperá-lo em sua casa até as nove da noite. Para nossa surpresa ele recusou a assinar o papel e disse que deveríamos ter ficado com o menino na primeira vez em que o achamos. Disse que agora não vai deixar que o levemos. Contudo continua sem dar tratamento adequado ao Michael e nosso time sempre que pode aparece por lá. A polícia não faz mais nada a respeito e nós estamos de mãos “quase” atadas.
Com essa infeliz experiência, vi a importância de monitorarmos durante algum tempo as crianças reconciliadas, principalmente aquelas que o foram antes de nossa chegada na Nigéria, e que foram reconciliadas através do CRARN pela força da lei e mais nada. Agora que o CRARN não existe mais nós vamos atrás, com as informações de mais de cem crianças reconciliadas por eles no passado, tentar monitorar cada caso, à medida do possíve e de nosso recursos. Mas confesso que temo as notícias.
Leonardo Santos
Caminho às Nações | Nigéria-
Caminho às Nações | Nigéria-

Doar é uma forma de amar,Uma atitude sua pode mudar para sempre a vida de uma criança na Nigéria
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Basta que Façamos Nossa Parte e Confiemos no Pai Celeste
Sem Ansiedades
“Por isso vos digo: nao andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário? Olhai para as aves do céu; não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros, e contudo, o vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais do que elas? Qual de vós poderá, com as suas preocupações, acrescentar uma única hora ao curso da sua vida? Quanto ao vestuário, por que andais ansiosos? Observai como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem fiam. Eu, porém, vos digo que nem mesmo Salomão, em toda sua glória, se vestiu como qualquer deles. Se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé? Portanto, não andeis ansiosos, dizendo: que comeremos? Que beberemos? Ou: com que nos vestiremos? Pois os gentios procuram todas estas coisas. De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas elas. Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Portanto, não andeis ansiosos pelo dia de amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal.”<Mateus 6:25-34 >
Deus Supre Nossas Necessidades com oque Precisamos
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Bíblia Sagrada / Romanos 8:38-39)#PauloDeTarso
Felizes são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam! Lucas 11:28
Goldem Temple Amritsar-India
terça-feira, 3 de julho de 2012
CRISTOY- Depois dizem que com Religião não se brinca.
O bom desse brinquedo é que se o seu filho o quebrar, em 3 dias ele se conserta sozinho.
Segundo a embalagem o boneco é " totalmente articulado", ou seja, não é como aqueles bonecos que você compra e ficam pregadões, sem se moverem.
A embalagem ainda diz: "Ouça Jesus Falar". Certamente ele ensina os mandamentos de Deus como: "Não farás pra ti imagem alguma do que está nos céus.." ou então "Vinde a mim as criancinhas... por apenas R$ 49,90!"
Sim. Jesus, o Filho de Deus custa R$ 49,90! O que comprova que Judas nunca foi um bom judeu, pois o vendeu por apenas 30 moedas.
E enquanto a Mattel cobra R$ 70,00 no Max Stell, um boneco que precisa de uma lancha de R$ 40,00 pra fazer uma operação oceânica, a Tales of Glory (fabricante de Jesus) cobra apenas R$ 49,90 num boneco que não precisa de acessório nenhum pra caminhar sobre as águas. Pense nisso na hora de presentear.
Falando no preço do brinquedo ainda, não sei quanto custa os outros apóstolos da coleção, mas o boneco de seu arqui-inimigo com certeza está 16,70 mais caro que Jesus, o Filho de Deus. Faça as contas agora na calculadora do Windows e veja o resultado.
Mas eu ainda acho que o Falcon e os Comandos em Ação são brinquedos mais cristãos que esse aí. Eles sim são verdadeiras réplicas dos cristãos que conhecemos: fazem guerras, atiram... essas coisas...
domingo, 1 de julho de 2012
Abre o Nosso Entendimento Senhor
Tenho convicção de que não sei tudo e nunca saberei, estou aprendendo a cada dia, sobre a vida, sobre a fé em Cristo, e a graça da cruz....Mas, de uma coisa sei e tenho certeza absoluta...Posso buscar o meu Deus em oração, a qualquer momento e em qualquer lugar, não é necessário que eu frequente uma denominação p/ isso, pois o meu Deus não habita em templos feitos por mãos humanas, a ´´igreja´´(denominação), sim é importante, p/ colocarmos em prática a comunhão entre irmãos, o amor, a tolerância, o perdão, a misericordia, a compaixão, a amizade,as diferenças, enfim, é uma comunidade, uma comunhão importante, mas não a única; E, jamais deveria ser confundida como sendo a Casa de Deus, ou o próprio Deus, ou o único lugar onde se está em comunhão com o Criador, como muitos pensam....A Bíblia livro, letra, qualquer um pode ter e ler, e em qualquer lugar, mas a Palavra há que se estar dentro de nós, em nosso consciente, em nosso coração, em nossa vida, dia a dia, e mesmo assim, ainda que eu pratique todos os ensinamentos de Jesus ou passe a frequentar uma denominação, isto não me fará melhor do que ninguém e nem merecedor ou um suposto escolhido á salvação; Nada que façamos nos dará méritos á salvação; É por pura Graça!!!!!........Ah,meu Deus...será que é tão difícil os religiosos atuais compreenderem isto?? Não está ao meu alcance fazê-lo compreender,mas posso e vou me expressar enquanto o Senhor permitir, pois tenho essa liberdade p/ fazê-lo, mas só o Senhor é o que abre o entendimento p/ todas as coisas, porém, não á todos!!! Sê crêssemos realmente em tudo que Cristo ensinou, tudo seria diferente!!
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