.. E ELA VOS LIBERTARÁ
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Buscai o bem, e não o mal, para que vivais; e assim o SENHOR, o Deus dos Exércitos, estará convosco, como dizeis.(Amos 5:14)
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
O QUE SIGNIFICA SER UMA IGREJA EVANGÉLICA OU PROTESTANTE? UMA BREVE ANÁLISE DO CASO DAS PASTORAS LÉSBICAS
O que é ser evangélico? O portal globo divulgou uma notícia, em 16/06/11, sobre pastoras lésbicas que querem evangelizar na parada gay. As religiosas lésbicas Lanna Holder e Rosania Rocha acabaram de abrir uma “igreja inclusiva” chamada “Igreja Cidade de Refúgio”, em São Paulo, para acolher homossexuais.http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/06/pastoras-lesbicas-querem-fazer-evangelizacao-na-parada-gay-de-sp.html.
O nome escolhido para a comunidade religiosa é bem sugestivo e lembra as “cidades refúgios” designadas por Moisés para acolher “o homicida que matasse alguém involuntariamente” (Números 35:11) e servia também como uma espécie de “habeas corpus” em favor do homicida, para que ele “não morresse antes de ser apresentado perante a congregação” para um justo julgamento (Números 35:12). Essas cidades pertenciam aos Sacerdotes Levitas e eram num total de seis cidades, estrategicamente distribuídas.
O fato das religiosas lésbicas se auto-intitularem “pastoras” cria um link, quase inevitável, com as igrejas evangélicas. Mas, Será mesmo que elas podem ser consideradas, classificas e contadas como evangélicas? Seria a “Igreja Cidade de Refúgio” uma igreja genuinamente evangélica? Se ao invés de “pastoras” elas se auto-intitulassem “freiras”, isso as ligariam, necessariamente, à igreja Católica Romana? Obviamente que não. O termo pastor, bem como seu feminino, não é um termo de uso exclusivo dos evangélicos, podendo ser utilizado também para Padres e demais líderes religiosos, sempre como metáfora dos criadores de animais, especialmente ovelhas, que apascentam seus rebanhos.
Antes de continuarmos em busca das respostas às perguntas aqui levantadas, precisamos definir bem o termo “igreja evangélica”. Quais as características que uma igreja precisa ter para ser considerada uma genuína igreja evangélica? Essa análise é necessária devido ao grande desgaste que essa terminologia tem sofrido, principalmente pela exposição de algumas igrejas e líderes religiosos (pastores, mas não necessariamente “evangélicos”) na grande mídia, criando, injustamente, a idéia de que todas as igrejas são “farinha do mesmo saco”.
Em linhas gerais, para uma igreja ser considerada genuinamente evangélica ela precisa ter no evangelho de Cristo, aqui entendido como toda a bíblia sagrada, sua única regra de fé e de prática. Significa dizer que precisa buscar cumprir aqueles mandamentos exigidos, bem como deixar de fazer aquilo que a bíblia proíbe e chama de pecado, como é o caso do homossexualismo. Ainda que haja algumas variações doutrinárias entre as muitas vertentes evangélicas, no que é essencial, a igreja postulante a ser considerada “evangélica” não pode destoar nem discordar, por se tratar de matéria basilar de fé, a exemplo da doutrina da trindade, da Lei Moral de Deus, além de muitas outras.
A igreja dos Mórmons, Testemunhas de Jeová e Adventistas do Sétimo dia, por exemplo, não são consideradas igrejas evangélicas, por não atenderem a esses requisitos básicos, muito embora sejam assim consideradas pelo inconsciente coletivo. Recentemente as Igrejas “Universal do Reino de Deus e Mundial do poder de Deus”, também foram consideradas como “não evangélicas” por uma importante denominação evangélica, a primeira a ser implantada no Brasil, há 150 anos, a IPB - Igreja Presbiteriana do Brasil, que tomou essa decisão baseada nas flagrantes práticas extra-bíblicas e pagãs dessas igrejas.
A igreja dos Mórmons, Testemunhas de Jeová e Adventistas do Sétimo dia, por exemplo, não são consideradas igrejas evangélicas, por não atenderem a esses requisitos básicos, muito embora sejam assim consideradas pelo inconsciente coletivo. Recentemente as Igrejas “Universal do Reino de Deus e Mundial do poder de Deus”, também foram consideradas como “não evangélicas” por uma importante denominação evangélica, a primeira a ser implantada no Brasil, há 150 anos, a IPB - Igreja Presbiteriana do Brasil, que tomou essa decisão baseada nas flagrantes práticas extra-bíblicas e pagãs dessas igrejas.
Se entendermos ainda o termo “igreja evangélica” como sinônimo de “igreja protestante”, a lista fica bem mais restrita. O termo “protestante” remonta e nasce na “Dieta de Worms”, “que foi uma reunião de cúpula oficial, governamental e religiosa, chefiada pelo imperador Carlos V ue teve lugar na cidade de Worms, na Alemanha, entre os dias 28 de Janeiro e 25 de Maio de 1521. Apesar de outros assuntos terem sido discutidos, a Dieta de Worms é sobretudo conhecida pelas decisões que dizem respeito a Martinho Lutero e os efeitos subsequentes na Reforma Protestante. Nesse segundo sentido, poderiam ser consideradas “Igrejas Protestantes” apenas aquelas oriundas diretamente da Reforma Protestante, como Igreja Luterana, Igreja Reformada, Igreja Presbiteriana e Igreja Batista, ou ainda aquelas igrejas que, mesmo fundadas posteriomente, fazem a mesma opção teológica dos Reformadores do Século XVI”, conforme:http://pt.wikipedia.org/wiki/Dieta_de_Worms.
Sendo assim, parece mais do que claro que essas ditas “pastoras evangélicas”, especialmente as lésbicas da matéria em questão, bem como suas respectivas igrejas e todos aqueles que seguem por esse caminho abominado por Deus, não podem, por força conceitual, ser contadas entre as “igrejas evangélicas” e muito menos ainda entre as “igrejas protestantes”, caso queiramos fazer essa distinção. Pastoras? Podem até ser, se é que apascentam um rebanho, “evangélicas e protestantes”, enquanto estiverem nessas práticas pecaminosas, de forma alguma.
Esses movimentos, bem como algumas vertentes do Pentecostalismo e Neopentecostalismo, são tão estranhos à Reforma Protestante quanto se é possível ser. São movimentos completamente outros, de tal forma que toda e qualquer tentativa de classificá-los como "Igrejas Evangélicas ou Protestantes" serão sempre considerados ingênuos, de má fé ou ainda completamente desprovidos de lastro de historicidade e honestidade intelectual.
Esses movimentos, bem como algumas vertentes do Pentecostalismo e Neopentecostalismo, são tão estranhos à Reforma Protestante quanto se é possível ser. São movimentos completamente outros, de tal forma que toda e qualquer tentativa de classificá-los como "Igrejas Evangélicas ou Protestantes" serão sempre considerados ingênuos, de má fé ou ainda completamente desprovidos de lastro de historicidade e honestidade intelectual.
Fonte: Sociedade Calvinista
Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com
Veja este Vídeo e reflita
Romanos 1:26:32 Deus os entregou a paixões infames. Semelhantemente, também os varões deixando o uso natural da mulher, SE INFLAMARAM EM SUA SENSUALIDADE UNS PARA COM OS OUTROS, VARÃO COM VARÃO (homem com homem), cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro.
Romanos 1:26:32 Deus os entregou a paixões infames. Semelhantemente, também os varões deixando o uso natural da mulher, SE INFLAMARAM EM SUA SENSUALIDADE UNS PARA COM OS OUTROS, VARÃO COM VARÃO (homem com homem), cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
*John Wesley*
Introdução
John Wesley viveu na Inglaterra do século XVIII, uma sociedade conturbada pela Revolução Industrial, onde crescia muito o número de desempregados. A Inglaterra estava cheia de mendigos itinerantes, políticos corruptos, vícios e violência generalizada. O cristianismo, em todas as suas denominações, estava definhando. Ao invés de influenciar, o cristianismo estava sendo influenciado, de maneira alarmante, pela apatia religiosa e pela degeneração moral. Dentre aqueles que não se conformavam com esse estado paralisante da religião cristã, sobressaiu-se John Wesley. Primeiro, durante o tempo de estudante na Universidade de Oxford, depois como líder no meio do povo.
Infância
John Wesley, décimo terceiro filho do ministro anglicano Samuel e de Susana Wesley, nasceu a 17 de junho de
1703, em Epworth na Inglaterra.
Devido às atividades pastorais que impediam o Reverendo Samuel de dar a devida assistência ao lar, Susana assumiu a administração financeira da família e a educação dos filhos e filhas. Disciplinava com rigidez os filhos, mantendo horário para cada atividade e reservando um tempo de encontro com cada filho para conversar, estudar e orar.
- Incêndio em sua casa
Ainda na infância, John Wesley foi o último a ser salvo, de forma miraculosa, em um incêndio que destruiu toda sua casa, onde estivera preso no segundo andar. A partir desse dia, Susana, sua mãe, dedicou-lhe atenção especial, pois entendeu que Deus havia poupado sua vida para algo muito especial.
Aos cinco anos de idade, Susana Wesley começou a alfabetizar o John, usando o livro dos Salmos como apostila.
John estudou com sua mãe até os 11 anos. Entrou, então, para uma escola pública, onde ficou como aluno interno por seis anos. Aos 17 anos, foi para a Universidade de Oxford.
John Wesley iniciou seus estudos em Oxford onde começa a se reunir com um grupo de estudantes para meditação bíblica e oração, sendo conhecidos pelos colegas universitários de "Clube Santo", ele não inventou o nome: alunos, notando que os membros do grupo tinham horário e método para tudo que faziam, os tacharam como 'metodistas'. Wesley preferia chamá-los simplesmente de 'Metodistas de Oxford'..
Neste grupo Wesley e seu irmão Carlos iniciaram a visitar e evangelizar os presídios. Wesley passou então a se interessar mais pela questão social de seu país e a miséria que a Inglaterra vivia na época.
Assim, gradua-se em Teologia, e pode ajudar a seu pai na direção da Igreja Anglicana.
Isto até os 32 anos, quando atendeu a um apelo: precisava-se de missionários na Virgínia, Nova Inglaterra.
Um dos episódios que marcou o início do metodismo foi a viagem missionária de Jonh Wesley aos EUA - Virgínia para "evangelizar os índios" sendo praticamente fracassado. Em sua viagem de retorno Jonh Wesley expressa sua frustração "fui à América evangelizar os índios, mas quem me converterá?". Durante uma tempestade na travessia do Oceano Atlântico, Wesley ficou profundamente impressionado com um grupo de morávios (grupo de cristãos pietistas que buscavam a conversão pessoal mediante o Espírito Santo) a bordo do navio que, durante uma grande tempestade, as crianças e os adultos moravios cantavam e louvavam ao nome do Senhor (Deus)e Wesley vendo a fé que tinham diante do risco da morte (o medo de morrer acompanhava Wesley por ele achar que, Deus não poderia o justifica-lo mediante seus pecados e por isso constantemente temia a morte desde sua juventude) predispôs à seguir a fé evangélica dos morávios. Retornou à Inglaterra em 1738.
ConversãoApós 2 anos, John Wesley volta desiludido com o trabalho realizado na Virgínia. Encontra-se, então, com Pedro Böhler, em Londres. Böhler era pastor moraviano (da Morávia,Alemanha) e com ele John Wesley se convence de que a fé é uma experiência total da vida humana. Procurou, então, libertar-se da religião formalista e fria para viver, na prática, os ensinos de Jesus.
No dia 24 de maio de 1738, numa pequena reunião, ouvindo a leitura de um antigo comentário escrito por Martinho Lutero, pai da Reforma Protestante, sobre a carta aos Romanos, John sente seu coração se aquecer (entende-se que Wesley experimentava o "batismo no Espírito Santo"). Experimenta grande confiança em Cristo e recebe a segurança de que Deus havia perdoado seus pecados.
No dia 24 de maio de 1738, na rua Aldersgate, em Londres, Wesley passou por uma experiência espiritual extraordinária, que é assim narrada em seu diário:
"Cerca das nove menos um quarto, enquanto ouvia a descrição que Lutero fazia sobre a mudança que Deus opera no coração através da fé em Cristo, senti que meu coração ardia de maneira estranha. Senti que, em verdade, eu confiava somente em Cristo para a salvação e que uma certeza me foi dada de que Ele havia tirado meus pecados, em verdade meus, e que me havia salvo da lei do pecado e da morte. Comecei a orar com todo meu poder por aqueles que, de uma maneira especial, me haviam perseguido e insultado. Então testifiquei diante de todos os presentes o que, pela primeira vez, sentia em meu coração".
Nos 50 anos seguintes, Wesley pregou em média de três sermões por dia; a maior parte ao ar livre. Houve uma vez que pregou a cerca de 14.000 pessoas. Milhares saíram da miséria e imoralidade e cantaram a nova fé nas palavras dos hinos de Carlos Wesley, irmão de John. Os dois irmãos deram à religião um novo espírito de alegria e piedade.
IgrejaComo não havia muitas oportunidades na Igreja Anglicana, Wesley pregava aos operários em praças e salões - muito embora ele não gostasse de pregar fora da Igreja - E tornou-se conhecidíssima esta sua frase: "o mundo é a minha paróquia". Influenciados pelos moravianos, John e seu irmão Carlos organizaram pequenas sociedades e classes dentro da Igreja da Inglaterra, liderados por leigos, com os objetivos de compartilhar, estudar a Bíblia, orar e pregar. Logo o trabalho de sociedades e classes seria difundido em vários países, especialmente nos EUA e na Inglaterra e estaria presente em centenas de sociedades, com milhares de integrantes. Com tanto serviço, Wesley andava por toda a parte a cavalo, conquistando o apelido de 'O Cavaleiro de Deus'. Calcula-se que, em 50 anos, Wesley tenha percorrido 400 mil quilômetros e pregado 40 mil sermões, com uma média de 800 sermões por ano. John Wesley deixou um legado de 300 pregadores itinerantes e mil pregadores locais. A Igreja Metodista, como Igreja propriamente, organizou-se primeiro nos EUA e depois na Inglaterra (somente após a morte de Wesley no dia 2 de março de 1791).
Membros nos Estados Unidos
1771 - 361 membros
1780 - 8.500 membros
1784 - 15.000 membros
1790 - 57.621 membros
1800 - 64.894 membros
1809 - 163.038 membros
Doutrina
John Wesley, por George Romney(1789)
- Wesley ensinava que a conversão a Jesus é comprovada pela prática (testemunho), e não pelas emoções do momento.
- Valorização dos pregadores leigos que participavam lado a lado com os clérigos da Missão de evangelização, assistência e capacitação de outras pessoas.
- Afirma que o centro da vida cristã está na relação pessoal com Jesus Cristo. É Jesus quem nos salva, nos perdoa, nos transforma e nos oferece a vida abundante de comunhão com Deus.
- Valoriza e recupera em sua prática a ênfase na ação e na doutrina do Espírito Santo como poder vital para a Igreja.
- Reconhece a necessidade de se viver o Evangelho comunitariamente. John Wesley afirmou que "tornar o Evangelho em religião solitária é, na verdade, destruí-lo".
- Preocupa-se com o ser humano total. Não é só com o bem-estar espiritual, mas também com o bem-estar físico, emocional, material. Por isso devemos cuidar do nosso próximo integralmente, principalmente dos necessitados e marginalizados sociais.
- Podemos afirmar que o bem-estar espiritual é o resultado da paz de Cristo que alcança todas as áreas da vida do cristão. É o resultado do bem-estar físico, emocional, econômico, familiar, comunitário. Tudo está nas mãos de Deus, nEle confiamos e Ele é fiel em cuidar de nós. Sua salvação alcança-nos integralmente.
- Enfatiza a paixão pela evangelização. Desejamos e devemos trabalhar com paixão, perseverança e alegria para que o amor e a misericórdia de Deus alcancem homens e mulheres em todos os lugares e épocas.
- Aceita as doutrinas fundamentais da fé cristã, conforme enunciadas no Credo Apostólico (Cremos na Bíblia, em Deus, em Jesus Cristo, no Espírito Santo, no ser humano, no perdão dos pecados, na vitória por meio da vida disciplinada, na centralização do amor, na segurança e na perfeição cristã, na Igreja, no Reino de Deus, na vida eterna, na segunda vinda de Jesus, na graça de Deus para todos, na possibilidade da queda da graça divina, na oração intercessória, nas missões mundiais. Cremos profundamente no AMOR. Amor de Deus em nossa vida, amor dos irmãos.) , enfatizando o equilíbrio entre os atos de piedade (atos devocionais) e os atos de misericórdia (a prática de amor ao próximo).
Fonte: LOCKMANN, Bispo Paulo; CONSTANTINO, Zélia. Seguir a Cristo, manual de discipulado
Legado
Além de milhares de convertidos e encaminhados para a santificação cristã, houve também obras sociais dignas de destaque, como estas: Dinheiro aos pobres (Wesley distribuía). Compêndio de medicina (Wesley escreveu e foi largamente difundido). Apoio na reforma educacional. Apoio na reforma das prisões. Apoio na abolição da escravatura! Atualmente, o total de membros da comunidade metodista no mundo está estimado em cerca de 75 milhões de pessoas. O maior grupo concentra-se nos Estados Unidos: a Igreja Metodista Unida neste país é a segunda maior denominação protestante.
Hoje, além dos seguidores do Metodismo, a vida de muitos são influenciada pela missão de Wesley. Movimentos posteriores como o Movimento de Santidade e o Pentecostalismo devem muito a ele. A insistência wesleyana da busca da santificação pessoal e social contribuem significativamente para a ideologia da busca de uma vida e mundo melhor. A Igreja Católica Romana recebeu indiretamente alguns conceitos de Wesley quando o cardeal John Henry Newman uniu-se a ela, vindo da Igreja Anglicana e concretizando em reformas litúrgicas, sociais, carismática e teológica desde o concílio Vaticano II.
Faleceu a 2 de março de 1791, em Londres, Inglaterra. Encontra-se sepultado em Wesleys Chapel, Grande Londres, Londres, Inglaterra.
| Nascimento | 28 de Junho de 1703 Epworth, Lincolnshire |
| Morte | 17 de Junho de 1791 Londres |
*Um Coração Transformado Pode Mudar o Mundo*
Assistir Filme Online
http://www.assistirfilmeseseriesonline.com/filme-wesley-um-coracao-transformado-pode-mudar-o-mundo-dublado-onlinedomingo, 31 de julho de 2011
Os falsos mestres
(2Pedro 3)
2 E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.
3 E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.
4 Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo;
5 E não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios;
6 E condenou à destruição as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente;
7 E livrou o justo Ló, enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis
8 (Porque este justo, habitando entre eles, afligia todos os dias a sua alma justa, vendo e ouvindo sobre as suas obras injustas);
9 Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;
10 Mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as autoridades; atrevidos, obstinados, não receando blasfemar das dignidades;
11 Enquanto os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor,
12 Mas estes, como animais irracionais, que seguem a natureza, feitos para serem presos e mortos, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção,
13 Recebendo o galardão da injustiça; pois que tais homens têm prazer nos deleites quotidianos; nódoas são eles e máculas, deleitando-se em seus enganos, quando se banqueteiam convosco;
14 Tendo os olhos cheios de adultério, e não cessando de pecar, engodando as almas inconstantes, tendo o coração exercitado na avareza, filhos de maldição;
15 Os quais, deixando o caminho direito, erraram seguindo o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça;
16 Mas teve a repreensão da sua transgressão; o mudo jumento, falando com voz humana, impediu a loucura do profeta.
17 Estes são fontes sem água, nuvens levadas pela força do vento, para os quais a escuridão das trevas eternamente se reserva.
18 Porque, falando coisas mui arrogantes de vaidades, engodam com as concupiscências da carne, e com dissoluções, aqueles que se estavam afastando dos que andam em erro,
19 Prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção. Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo.
20 Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro.
21 Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado;
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Suas Forças Estão Esgotadas?
"Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque
eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustentocom a destra da minha justiça" (Isaías 41:10).
Um pequeno menino tentava erguer uma pedra pesada. Apesar de
seu acesso de ira e gritos, não conseguiu movê-la. Seu pai,
que a tudo assistia de perto, perguntou a ele: "Você está
usando toda sua força?" "Sim, eu estou", respondeu o menino,
chorando enfurecido. "Não, você não está", disse o pai.
"Você não pediu a minha ajuda." (Mark Mohnkern)
Muito choro e muita angústia nós evitaríamos se usássemos a
principal força que dispomos para vencer as lutas e
dificuldades: a ajuda de nosso Pai celestial. Quando
compreendemos que somos limitados e que não somos capazes de
resolver todos os problemas que aparecem em nossa frente,
não relutamos em buscar a ajuda de nosso Deus. Ele nos ama e
tem prazer em estender Sua mão a nosso favor. Em qualquer
momento, em qualquer situação, Ele está bem perto de nós,
esperando apenas que lhe peçamos: "Senhor, ajuda-me".
Quando nos julgamos auto-suficientes e soberbos ao ponto de
dizer "não preciso de ninguém", não apenas perdemos a
oportunidade de comunhão com nossos irmãos e amigos -- que
também podem nos ajudar, como perdemos a bênção de contar
com a graça e ação amorosa do Senhor que tem sempre o melhor
para nós.
Que melhor solução teríamos para um problema de solidão do
que a companhia de nosso Amigo verdadeiro, Jesus Cristo? Que
melhor médico poderíamos buscar, para um problema sério de
enfermidade, do que o Médico dos médicos, Jesus Cristo? Que
melhor recurso poderíamos encontrar, para um problema de
falta de dinheiro, do que aquele que nos prometeu suprir
todas as necessidades, Jesus Cristo? Que melhor consolo e
esperança poderíamos obter, para nossos instantes de
angústia e estresse, do que a presença do Companheiro que
nos prometeu: "vinde a mim e vos aliviarei", Jesus Cristo?
Se você acha que suas forças estão esgotadas, lembre-se de
que ainda lhe falta pedir ajuda do Pai. Peça agora mesmo
essa ajuda e tudo se resolverá.
eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustentocom a destra da minha justiça" (Isaías 41:10).
Um pequeno menino tentava erguer uma pedra pesada. Apesar de
seu acesso de ira e gritos, não conseguiu movê-la. Seu pai,
que a tudo assistia de perto, perguntou a ele: "Você está
usando toda sua força?" "Sim, eu estou", respondeu o menino,
chorando enfurecido. "Não, você não está", disse o pai.
"Você não pediu a minha ajuda." (Mark Mohnkern)
Muito choro e muita angústia nós evitaríamos se usássemos a
principal força que dispomos para vencer as lutas e
dificuldades: a ajuda de nosso Pai celestial. Quando
compreendemos que somos limitados e que não somos capazes de
resolver todos os problemas que aparecem em nossa frente,
não relutamos em buscar a ajuda de nosso Deus. Ele nos ama e
tem prazer em estender Sua mão a nosso favor. Em qualquer
momento, em qualquer situação, Ele está bem perto de nós,
esperando apenas que lhe peçamos: "Senhor, ajuda-me".
Quando nos julgamos auto-suficientes e soberbos ao ponto de
dizer "não preciso de ninguém", não apenas perdemos a
oportunidade de comunhão com nossos irmãos e amigos -- que
também podem nos ajudar, como perdemos a bênção de contar
com a graça e ação amorosa do Senhor que tem sempre o melhor
para nós.
Que melhor solução teríamos para um problema de solidão do
que a companhia de nosso Amigo verdadeiro, Jesus Cristo? Que
melhor médico poderíamos buscar, para um problema sério de
enfermidade, do que o Médico dos médicos, Jesus Cristo? Que
melhor recurso poderíamos encontrar, para um problema de
falta de dinheiro, do que aquele que nos prometeu suprir
todas as necessidades, Jesus Cristo? Que melhor consolo e
esperança poderíamos obter, para nossos instantes de
angústia e estresse, do que a presença do Companheiro que
nos prometeu: "vinde a mim e vos aliviarei", Jesus Cristo?
Se você acha que suas forças estão esgotadas, lembre-se de
que ainda lhe falta pedir ajuda do Pai. Peça agora mesmo
essa ajuda e tudo se resolverá.
(by Paulo Barbosa)
quinta-feira, 28 de julho de 2011
1921 - 2011 John Stott foi p/ o Lar.
John Stott, World famoso líder evangélico, morre aos 90
Mundialmente renomado evangelista e estudioso bíblico John
Stott morreu quarta-feira às 3,15 horas locais, em Londres (10:15 EST), de acordo com John Stott Ministries Presidente Benjamin Homan.Homan relatou que a morte Stott tem vindo a seguir de algumas semanas de desconforto, e que a morte era simplesmente relacionada a complicações relacionadas com a velhice.
Stott, que morreu aos 90, se aposentou do ministério público em 2007 quando ele tinha 86 anos. Ele passou sua aposentadoria no Colégio de St. Barnabas, Lingfield, que é uma residência para aposentados clero anglicano.
O líder anglicano Inglês é reverenciado por sua vida ministério. O evangelista mundialmente famoso, o reverendo Billy Graham, o descreveu como "o clérigo mais respeitado no mundo de hoje".
Stott, que fundou a Langham Partnership International, foi confirmado na Igreja Anglicana em 1936 e, desde então, gostava de trabalhar em uma ampla gama de atividades e organizações.
Ele ocupou o cargo como presidente da Igreja Evangélica da Inglaterra Conselho 1967-1984, e foi também o presidente de duas organizações de grande influência cristã, os ramos do Reino Unido da Escritura União 1965-1974, ea Aliança Evangélica 1973-1974 .
Stott combinou seu compromisso com a evangelização e seu fomento de futuros líderes cristãos, envolvendo-se nas Universidades e Faculdades Christian Fellowship, onde foi presidente quatro vezes entre 1961 e 1982.
Ele também atuou como capelão da Rainha 1959-1991 e recebeu a rara honra de ser nomeado um capelão Extra em 1991.
Uma das grandes contribuições Stott para a evangelização do mundo foi em 1974, Congresso Internacional de Evangelização Mundial realizado em Lausanne, na Suíça , onde foi um dos principais autores do Pacto Lausanne. O Pacto de Lausanne desde uma base teológica e histórica para denominação s, ministérios e indivíduos comprometidos com a compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo.
John Stott
Considerado uma das mais expressivas vozes da Igreja Evangélica contemporânea, o inglês John Stott nasceu em 27 de abril de 1921. Foi um agnóstico até 1939, quando ouviu uma mensagem do reverendo Eric Nash e se converteu ao cristianismo evangélico.
Estudou Línguas Modernas na Faculdade Trinity, de Cambridge. Foi ordenado pela Igreja Anglicana em 1945, e iniciou suas atividades como sacerdote na Igreja All Souls, em Langham Place. Lá continuou até se tornar pastor emérito, em 1975. Foi capelão da coroa britânica de 1959 a 1991.
Stott tornou-se ainda mais conhecido depois do Congresso de Lausanne, em 1974, quando se destacou na defesa do conceito de Evangelho Integral - uma abordagem cristã mais ampla, abrangendo a promoção do Reino de Deus não apenas na dimensão espiritual, mas também na transformação da sociedade a partir da ética e dos valores cristãos.
Em 1982, fundou o London Institute for Contemporary Christianity, do qual foi presidente honorário até hoje. Escreveu cerca de 40 livros, entre os quais Ouça o Espírito, ouça o mundo (ABU), A cruz de Cristo (Vida) e Por que sou cristão (Ultimato).
Por que Sou Cristão – John Stott
O Paradoxo da Nossa Humanidade
Por que sou cristão? Não só porque o cristianismo explica quem Jesus foi e o que ele conquistou na cruz, mas porque explica também quem eu sou. (...)
Perguntar “o que é o homem?” é uma maneira de perguntar “quem sou eu?”. Isso nos capacita a satisfazer tanto à antiga fórmula grega gnothi seautun (“conhece-te a ti mesmo”) quanto a busca atual por nossa própria identidade. Não há campo mais importante para a pesquisa e para a busca do que esse.
Até que tenhamos descoberto nós mesmos, não conseguimos descobrir facilmente nenhuma outra coisa.
Há uma história sobre Arthur Schopenhauer, o filósofo alemão do pessimismo, que viveu no século 19. Certo dia, ele estava sentado em um banco na praça de um parque em Frankfurt. Estava tão maltrapilho e desalinhado (como os filósofos ocidentais às vezes andam!), que o guarda do parque o confundiu com um mendigo. Ele lhe perguntou asperamente: “Quem é você?”, ao que o filósofo respondeu amargamente: “Por Deus, eu gostaria de saber”.
Douglas Coupland faz a mesma pergunta hoje. Ele é o inventor da agora popular expressão “Geração X” – “X” quer dizer a identidade desconhecida da sua geração. “As pessoas não têm um nome”, ele escreve, “elas são uma geração ‘X’”. Então, “o que torna os seres humanos... humanos?” ele pergunta. “Nós sabemos qual é o comportamento dos cachorros: eles fazem coisas de cachorro – correm atrás de pedaços de pau... colocam a cabeça para fora das janelas dos carros em movimento.” Assim, conhecemos o jeito de ser dos cachorros; mas “o que seria exatamente aquilo que os seres humanos fazem e que é especificamente humano?”. Novamente, “qual é o você de você?”, ou seja, “qual é o seu você verdadeiro?”
Tem-se dado muitas respostas a essa pergunta, especialmente a que se relaciona à superioridade dos seres humanos. É interessante observar algumas dessas respostas. O ser humano foi descrito por Aristóteles como um animal político; por Thomas Willis, como um animal sorridente; por Benjamin Franklin, como um animal fazedor de ferramentas; por Edmund Burke, como um animal religioso; por James Boswell (o gourmet), como um animal que cozinha.
Outros escritores têm se concentrado em algumas características físicas como sendo nossas características distintas. Platão falou muito sobre a postura ereta, de modo que os animais olham para baixo, enquanto somente os seres humanos olham para céu. Aristóteles acrescentou a peculiaridade que somente os seres humanos são incapazes de mexer as orelhas. Um médico de Stuart, no entanto, ficou muito impressionado com os nosso intestinos, com os seus “circunlóquios sinuosos, curvas e desvios”. E, então, no final do século 18, Uvedale Price prestou bastante atenção em nosso nariz: “o homem é, eu creio, o único animal que possui uma projeção marcante no meio da face”.
No entanto, nenhuma dessas descrições de nossa distinção é completa, nem chega ao âmago da questão. (...)
As Escrituras preservam o paradoxo, a saber, a glória e a vergonha de nossa humanidade, nossa dignidade e nossa depravação.
Glória
E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. (Gn 1.26-27). (...)
No desenrolar da narrativa bíblica a imagem divina é claramente aquela que distingue os seres humanos dos animais, a saber, o conjunto de qualidades humanas distintas.
Primeiro, temos a capacidade de pensamento racional. (...)
Como o arcebispo Willian Temple certa vez disse: “Sou maior do que as estrelas, pois eu sei que elas estão lá no alto, enquanto elas não sabem que estou aqui embaixo
Segundo, temos a capacidade de escolha moral. Temos consciência para discernir entre o bem e o mal, bem como um grau de liberdade para escolher entre eles. (...) Mas os animais não possuem senso moral. (...)
Terceiro, temos a capacidade de criatividade artística. Quando Deus nos criou à sua própria imagem, ele nos fez criativos como ele. (...)
Quarto, temos a capacidade de nos relacionarmos socialmente. Todos os animais possuem pares, se reproduzem e cuidam de seus filhotes. (...) Mas os seres humanos anseiam por autênticos relacionamentos de amor. (...) Além disso, os cristãos sabem porque o amor é proeminente – porque Deus é amor em essência, tanto que, quando ele nos fez à sua imagem, nos deu a capacidade de amar e de sermos amados.
Quinto, temos a capacidade de uma adoração humilde. (...) Os seres humanos não vivem – e na verdade não podem viver – só de pão, Jesus disse, citando o Antigo Testamento (Mt 4.4; Dt 8.3). Ou, como Dostoyévski escreveu: “o homem deve prostar-se diante do infinitamente grande”. Somos mais verdadeiramente humanos quando estamos adorando a Deus.
Aqui estão cinco capacidades humanas (pensar, escolher, criar, amar e adorar) que nos distinguem dos animais e que juntas constituem a imagem de Deus em nós. (...)
Vergonha
Como Mark Twain afirmou: “o homem é o único animal que cora de vergonha. Ou que precisa corar”.
Porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, Os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Todos estes males procedem de dentro e contaminam o homem. (Mc 7. 21-23).
Jesus não ensinou a bondade fundamental da natureza humana; ele insistiu em nossa capacidade interior para o mal. (...) Nessa passagem há quatro aspectos da perversidade humana que merecem nossa atenção.
Primeiro, a extensão do mal é universal. (...) Ele (Jesus) fez uma declaração genérica acerca de toda a raça humana, a saber, que do coração do homem (todos os homens, mulheres e crianças) coisas ruins brotam.
Segundo, a essência do mal é a autocentricidade. Já observamos isso. Jesus agora apresenta uma lista de treze “maldades” e, quando as estudamos, notamos que são todas manifestações da autocentricidade humana. (...)
Terceiro, a origem do mal é o coração humano. Como já foi dito muitas vezes: “o coração do problema humanoÉ o problema do coração humano”. (...) O que nos corrompe não é o que vai para dentro de nós (para o nosso estômago), mas o que sai de nós (do nosso coração). (...)
Quarto, o resultado do mal é que ele nos degenera. Ou seja, ele nos torna impuros aos olhos de Deus e incapacitados para a sua presença. (...)
Então, essa é a vergonha da nossa humanidade. A maldade humana é universal em sua extensão, autocentrada em sua natureza, interior em sua origem e degradante em seus efeitos. Não se trata somente do diagnóstico do (compreensilvemente) maior professor de ética da história; isso é verdadeiro em nossa própria experiência. É certamente verdadeiro na minha. (...)
Esse é o paradoxo da nossa humanidade. Somos ao mesmo tempo nobres e ignóbeis, racionais e irracionais, morais e imorais, criativos e destrutivos, amorosos e egoístas, parecidos com Deus e bestiais. (...)
Devemos reconhecer com gratidão tudo em nós que diz respeito à nossa criação à imagem de Deus e repudiar ou negar, resolutamente, tudo em nós que diz respeito à queda. Assim, somos chamados tanto à auto-afirmação quanto à autonegação. (...)
Está claro, a partir disso, que temos uma necessidade dupla: de um lado, a purificação da degradação; do outro lado, um novo coração, com novos desejos e aspirações. Para mim, é verdadeiramente maravilhoso que ambos nos sejam oferecidos no Evangelho. Pois Cristo morreu para nos purificar e, pela obra interior do Espírito Santo, ele pode nos tornar novos. Essa é aplicação lógica do Evangelho em resposta ao paradoxo da nossa humanidade. Eis a (...) razão por que sou cristão (em uma lista de seis razões, publicadas em seu livro).
Referência:
Por que Sou Cristão – John Stott – Editora Ultimato, excertos das p.71-86.
John Robert Walmsley Stott, (1921- 2011) pastor Anglicano, britânico que é conhecido com uma das grandes lideranças mundiais evangélicas.
Serve como Presidente da Igreja All Souls em Londres desde 1950. Estudou na Trinity College Cambrigde, onde se formou em primeiro lugar da classe tanto em francês como em teologia, foi Doutor honorário por varias universidades, na Inglaterra, nos Estados Unidos e no Canadá.
Uma de suas maiores contribuições internacionais são os seus livros. John Stott começou sua carreira como escritor em 1954 e já escreveu mais de 40 títulos e centenas de artigos, além de outras contribuições à literatura cristã.
John Stott Termina Seu Ministério Público
O Rev. Dr. John Stott concluiu seu último compromisso público na semana passada, pedindo que os cristãos evangélicos na Inglaterra, "O que é propósito de Deus para seu povo?"
- (Foto: Keswick Ministérios)Mundialmente conhecido evangelista britânico anglicano, Dr. John Stott deu seu último sermão, 17 de julho, na Convenção Keswick. Ele agora tem retirado do ministério público.
"Deus quer que seu povo se torne semelhante a Cristo," disse Stott, como ele foi recebido com uma ovação de pé. "Semelhança de Cristo é a vontade de Deus para o povo de Deus."Dando o seu último endereço importantes antes de se aposentar do ministério público, o homem a quem muitos consideram um dos evangelistas mais famosos da era moderna disse à multidão na convenção anual deste ano em Keswick, na Inglaterra: "Eu quero compartilhar com vocês onde minha mente veio para descansar quando me aproximo do fim da minha peregrinação na terra.
Stott, que tem sido chamado pelo Rev. Billy Graham como "o clérigo mais respeitado no mundo de hoje", falou na noite de quarta como seu último compromisso antes de falar que ele está para se aposentar do ministério público em 87 anos de idade, passando para uma aposentadoria comunidade para o clero anglicano.
Sua decisão em abril foi feita "com a forte convicção de que é a provisão de Deus para ele nesta fase."
Construção de seu sermão sobre três textos - Romanos 8:29, 2 Coríntios 3:18 e 1 João 3:2 - Stott afirmou quarta-feira que "se dizem ser um cristão, devemos ser como Cristo."
Ele passou a enfatizar os cinco principais exemplos no Novo Testamento de como os cristãos devem procurar imitar a Cristo.
"Temos de ser semelhantes a Cristo em sua Encarnação", disse ele. "Foi única, no sentido de que o Filho de Deus assumiu a nossa humanidade em Jesus de Nazaré, mas a maravilhosa graça de Deus na Encarnação de Cristo deve ser seguido por todos nós. Temos de ser semelhantes a Cristo em sua encarnação na maravilhosa auto-humilhação que está por trás da Encarnação. "
Stott alertou sua platéia que ser como Cristo em "paciência ... pode muito bem tornar-se cada vez mais relevante como a perseguição aumenta em muitas culturas s. "
O evangelista Anglicana pediu crentes "enter mundos de outras pessoas .... [A] s Cristo entrou em nosso mundo. "
"Esse entrar no mundo das outras pessoas é exatamente o que entendemos por evangelização encarnacional. Todos autêntica missão é missão de encarnação", disse ele.
"Por que é, você deve ter perguntado, como eu, que em muitas situações os nossos esforços evangelísticos são muitas vezes repleta de falhas?" Stott continuou. "[O] ne razão principal é que não se parecem com o Cristo que estamos proclamando."
Explicando seus comentários, Stott referido um "livro perceptivo pouco" por John Poulton, intitulado "A Sort Hoje de Evangelismo ".
"A pregação mais eficaz provém daqueles que encarnam as coisas que eles estão dizendo," Stott citadas do livro. "Eles são a sua mensagem. Os cristãos precisam para se parecer com o que estão falando. É pessoas que se comunicam, não palavras ou idéias. Autenticidade fica todo. Lá no fundo as pessoas, o que se comunica hoje é basicamente autenticidade pessoal ".
Para ilustrar o impacto que uma igreja como Cristo poderia ter sobre o mundo, Stott observou as palavras de não-cristãos, como um professor hindu na Índia que disse um de seus alunos cristão: "Se vocês cristãos vivessem como Jesus Cristo, a Índia seriam estar em seus pés amanhã. "
Do mundo islâmico, Stott observou as palavras do Rev. Jadeed Iskandar, um ex-árabe muçulmano, que disse: "Se todos os cristãos fossem cristãos - isto é, como Cristo - não haveria mais o Islã hoje. "
Reunindo uma congregação cativou, Stott fez a pergunta: "Será que a semelhança de Cristo atingível?"
Ele concluiu: "Em nossa própria força não é claramente viável, mas Deus nos deu seu Santo Espírito para habitar dentro de nós, para nos transformar de dentro ... O caminho de Deus para nos tornar semelhantes a Cristo é que nos encha com Seu Espírito. "
Comentando sobre a noite, Keswick Convenção do Conselho Curador e pregador Jonathan Lamb disse: "Ele pode ser conhecido como um dos maiores líderes cristãos do século 20, mas poucos de nós poderia ficar insensível com a visão de uma figura parada, agora em silêncio falado , chamando-nos a tornar-se mais semelhante a Jesus Cristo.
"As emoções eram altas entre os milhares presentes, cada uma com memórias do poder e da clareza da redação John Stott e pregação, e grato por uma vida de integridade piedade e humildade. Quão apropriado que a sua última visita a Keswick deve deliberadamente apontam para o Senhor Jesus, a quem ele serviu tão fielmente. "
Stott, que atuou como capelão da Rainha 1959-1991, foi agora oficialmente retirado do ministério público e volta para uma comunidade da aposentadoria para o clero anglicano, no sul da Inglaterra, que os seus representantes disseram que vai ser capaz de fornecer mais plenamente para o seu necessidades presentes e futuras.
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